{"id":7207,"date":"2020-06-01T00:00:00","date_gmt":"2020-05-31T22:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/cbh.es\/pt\/cultivo-de-pistache\/"},"modified":"2022-08-31T07:07:11","modified_gmt":"2022-08-31T07:07:11","slug":"cultivo-de-pistache","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/balam.es\/pt\/cultivo-de-pistache\/","title":{"rendered":"Cultivo de pist\u00e1cio"},"content":{"rendered":"<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>O pist\u00e1cio \u00e9 um dos frutos secos mais populares. Tanto \u00e9 verdade que <strong> a <a title=\"Pistachios\" href=\"https:\/\/cbh.com\/pistachios\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"> planta\u00e7\u00e3o de \u00e1rvores de pistache <\/a>\u00a0est\u00e1 se espalhando cada vez mais,\u00a0<\/strong> uma vez que se trata de uma planta que oferece uma rentabilidade interessante, quando comparada com outras culturas mais tradicionais.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>A \u00e1rvore de pist\u00e1cio \u00e9 um tipo de \u00e1rvore pequena <strong>origin\u00e1ria\u00a0das \u00e1reas da Gr\u00e9cia, Turquia e arredores <\/strong>. O seu cultivo n\u00e3o \u00e9 particularmente complicado e, seguindo algumas dicas e pequenas recomenda\u00e7\u00f5es, \u00e9 poss\u00edvel obter exemplares muito produtivos e que ofere\u00e7am pist\u00e1cios de alta qualidade e excelente sabor.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: t\u00edtulo ---><\/p>\n<h2><strong> Onde posso plantar pist\u00e1cio<\/strong><\/h2>\n<p><!-- - \/ wp: header ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>O pist\u00e1cio \u00e9 cultivado na Gr\u00e9cia e na Turquia, ou seja, em\u00a0<strong> zonas clim\u00e1ticas mediterr\u00e2neas. <\/strong> O que torna Espanha, que partilha um clima semelhante a esses dois pa\u00edses em grande parte da sua geografia, num lugar ideal para o cultivo da planta do pist\u00e1cio.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>De fato, <strong> nos \u00faltimos dez ou quinze anos, muitos produtores t\u00eam dedicado grande parte das suas terras ao pist\u00e1cio\u00a0<\/strong>e est\u00e3o demonstrando que os solos de Espanha s\u00e3o \u00f3timos para este tipo de cultivo. Fator que \u00e9 tamb\u00e9m motivado pela alta demanda dos fabricantes nacionais, que preferem comprar a mat\u00e9ria-prima aos agricultores nacionais a importar a fruta de outras \u00e1reas.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>Contudo, <strong> a \u00e1rea ideal, pelas suas caracter\u00edsticas clim\u00e1ticas, \u00e9 o centro da pen\u00ednsula Ib\u00e9rica. <\/strong> Os territ\u00f3rios ocupados pelas duas Castillas (Castilla-La Mancha e Castilla y Le\u00f3n), o norte da Andaluzia e a parte mais ocidental da comunidade Valenciana s\u00e3o as mais adequadas, uma vez que n\u00e3o s\u00e3o diretamente influenciadas pelo mar.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: t\u00edtulo ---><\/p>\n<h2><strong> Solo para o Pist\u00e1cio<\/strong><\/h2>\n<p><!-- - \/ wp: header ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>Embora a \u00e1rvore de pist\u00e1cio n\u00e3o seja um tipo de planta\u00e7\u00e3o muito exigente, \u00e9 interessante avaliar em que tipo de solo o cultivo de pist\u00e1cio \u00e9 mais recomendado.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>Para que fiquem claras as possibilidades e a for\u00e7a e a resist\u00eancia destas plantas, o tradicional, na Gr\u00e9cia e nas zonas onde sempre foram cultivadas, era colocar o pist\u00e1cio em <strong> terras que n\u00e3o aceitavam outro tipo de \u00e1rvore mais exigente. <\/strong> Mesmo assim, ser\u00e1 sempre mais interessante utilizar terras f\u00e9rteis e em condi\u00e7\u00f5es, pois a produ\u00e7\u00e3o ser\u00e1 melhor, maior e com mais qualidade.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: cabe\u00e7alho {\"n\u00edvel\": 3} ---><\/p>\n<h3><strong> Solos profundos, a melhor escolha <\/strong><\/h3>\n<p><!-- - \/ wp: header ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>Os especialistas em planta\u00e7\u00f5es de pist\u00e1cio, dizem que as <strong> \u00e1rvores prosperam muito melhor em solos particularmente profundos<\/strong>, em que a planta pode estender as suas ra\u00edzes na procura de \u00e1gua subterr\u00e2nea e alimentar-se do escoamento sazonal e das chuvas de temporadas passadas.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>Relativamente \u00e0 qualidade do solo, os <strong> solos alcalinos s\u00e3o\u00a0<\/strong><span style=\"font-weight: 600;\">preferenciais<\/span>, sendo os que se utilizam habitualmente para oliveiras, videiras ou figueiras, excedendo mesmo estas \u00faltimas em produ\u00e7\u00e3o e crescimento .<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: t\u00edtulo ---><\/p>\n<h2><strong>A poda do Pist\u00e1cio<\/strong><\/h2>\n<p><!-- - \/ wp: header ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><strong> A poda do pist\u00e1cio \u00e9 realizada entre os meses de dezembro e mar\u00e7o. <\/strong> \u00c9 importante respeitar este limite temporal, pois esta \u00e9poca do ano coincide com o seu tempo de repouso e \u00e9 quando se pode recuperar melhor, para enfrentar uma nova \u00e9poca de crescimento e produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>As podas variam em termos de objetivos, dependendo da fase de crescimento da \u00e1rvore do pist\u00e1cio. No primeiro ano, por exemplo, <strong> o objetivo ser\u00e1 criar um cruzamento de ramos principais selecionando tr\u00eas brotos. <\/strong><\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>A segunda poda permitir\u00e1 <strong> estabelecer a hierarquia dos ramos secund\u00e1rios,\u00a0<\/strong> selecionando seis deles dos tr\u00eas ramos prim\u00e1rios. Essa escolha ser\u00e1 aquela que dar\u00e1 volume e forma \u00e0 \u00e1rvore.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>No terceiro e quarto ano de crescimento da \u00e1rvore de pist\u00e1cio, j\u00e1 se poder\u00e3o ver flores. Nessas podas, ser\u00e1 necess\u00e1rio gerar bifurca\u00e7\u00f5es terci\u00e1rias para criar uma copa equilibrada e bem formada. No total, dever\u00e3o haver 24 terminais ou ramos, os quais ir\u00e3o segurar os frutos nas flora\u00e7\u00f5es seguintes.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: cabe\u00e7alho {\"n\u00edvel\": 3} ---><\/p>\n<h3><strong> Poda em produ\u00e7\u00e3o <\/strong><\/h3>\n<p><!-- - \/ wp: header ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>Uma vez dada forma \u00e0 \u00e1rvore, e somente ap\u00f3s o quarto ano, <strong>apenas se far\u00e1 uma poda de manuten\u00e7\u00e3o ou produ\u00e7\u00e3o, <\/strong>que consiste na retirada de galhos extras, zonas mortas e no desbaste da \u00e1rvore, para que os seus galhos principais permane\u00e7am fortes e para que a produ\u00e7\u00e3o seja ideal.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: t\u00edtulo ---><\/p>\n<h2><strong> Irriga\u00e7\u00e3o <\/strong><\/h2>\n<p><!-- - \/ wp: header ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>A irriga\u00e7\u00e3o da planta do pist\u00e1cio evolui com a pr\u00f3pria idade e crescimento das \u00e1rvores. Assim, <strong> existem dois per\u00edodos claros que requerem diferentes regas: rega de crescimento e rega na maturidade. <\/strong><\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: cabe\u00e7alho {\"n\u00edvel\": 3} ---><\/p>\n<h3><strong> Rega de crescimento <\/strong><\/h3>\n<p><!-- - \/ wp: header ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><strong> Ocorre nos primeiros anos de vida da \u00e1rvore. <\/strong> Este tipo de irriga\u00e7\u00e3o, deve ser mantido durante os primeiros 10 anos de vida da planta do pist\u00e1cio. Aqui s\u00e3o necess\u00e1rias regas curtas e cont\u00ednuas, para que a terra tenha sempre \u00e1gua, mas sem alagar, o que seria muito prejudicial para a planta.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: cabe\u00e7alho {\"n\u00edvel\": 3} ---><\/p>\n<h3><strong> Rega de maturidade <\/strong><\/h3>\n<p><!-- - \/ wp: header ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>Neste ponto, acontece justamente o contr\u00e1rio: <strong> ser\u00e1 necess\u00e1rio fazer regas muito abundantes e totalmente espa\u00e7adas no tempo. <\/strong><\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><strong> Com que frequ\u00eancia regar em cada caso? <\/strong> Isso est\u00e1 completamente relacionado com o tipo de solo, pois se existir \u00e1gua em abund\u00e2ncia a um n\u00edvel de profundidade a que as ra\u00edzes consigam chegar, o solo n\u00e3o necessitar\u00e1 de ser muito regado.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>Por fim, as regas devem ser mais controladas entre os meses de abril e setembro. Fora desse per\u00edodo, \u00e9 poss\u00edvel espa\u00e7ar mais ou at\u00e9 ficar mesmo sem irriga\u00e7\u00e3o e deixar a \u00e1rvore viver da \u00e1gua subterr\u00e2nea ou das chuvas.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: t\u00edtulo ---><\/p>\n<h2><strong> Pist\u00e1cio em sequeiro<\/strong><\/h2>\n<p><!-- - \/ wp: header ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>Precisamente por \u00faltimo, <strong> a \u00e1rvore do pist\u00e1cio \u00e9 uma planta que funciona muito bem em planta\u00e7\u00f5es de sequeiro. <\/strong><\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>Na verdade, a maioria das produ\u00e7\u00f5es espanholas utilizam irriga\u00e7\u00e3o deficit\u00e1ria e permitem que as \u00e1rvores se alimentem da grande quantidade h\u00eddrica dos solos.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>Obviamente<strong>, utilizar a irriga\u00e7\u00e3o de sequeiro tem um impacto direto na quantidade da produ\u00e7\u00e3o,<\/strong>\u00a0pois as plantas de pist\u00e1cio, ter\u00e3o flores menos fortes, o que significar\u00e1 menos quilos de frutos por \u00e1rvore.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>Por outro lado, <strong> a qualidade de pist\u00e1cio de sequeiro costuma ser superior \u00e0 das planta\u00e7\u00f5es com irriga\u00e7\u00e3o controlada<\/strong>, porque, justamente essa falta de \u00e1gua, torna as propriedades organol\u00e9pticas do fruto superiores.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: t\u00edtulo ---><\/p>\n<h2><strong> Variedades de pist\u00e1cio<\/strong><\/h2>\n<p><!-- - \/ wp: header ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>Existem infinitas variedades de pist\u00e1cio. <strong> A principal diferen\u00e7a entre elas est\u00e1 no tamanho <\/strong> e na cor dos frutos; os principais tipos s\u00e3o o Pist\u00e1cio da Sic\u00edlia, o da Tun\u00edsia e o Pist\u00e1cio de Levante.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>De todos, seguramente\u00a0<strong>o favorito dos produtores e consumidores \u00e9 o pist\u00e1cio da Sic\u00edlia, <\/strong> dotado de uma saud\u00e1vel e marcante cor verde e de um sabor reconhec\u00edvel e requintado.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: t\u00edtulo ---><\/p>\n<h2><strong> Fertiliza\u00e7\u00e3o <\/strong><\/h2>\n<p><!-- - \/ wp: header ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>Este ponto \u00e9 de interesse vital para os agricultores que est\u00e3o a planear, ou t\u00eam em m\u00e3os, uma planta\u00e7\u00e3o de pist\u00e1cio.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>Ao longo da vida da \u00e1rvore, \u00e9 necess\u00e1rio <strong> aplicar alguns macronutrientes e micronutrientes <\/strong> que a planta necessita para o seu pleno desenvolvimento. Conv\u00e9m ter um bom controlo do n\u00edvel de presen\u00e7a destes fertilizantes no solo e na planta, pois tanto o excesso quanto a falta deles, podem prejudicar significativamente o crescimento.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>Alguns dos <strong> macronutrientes usados \u200b\u200bs\u00e3o N, P, K e Ca; <\/strong> e alguns dos <strong> micronutrientes geralmente aplicados s\u00e3o Fe, Mn, Cl e B. <\/strong><\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: t\u00edtulo ---><\/p>\n<h2><strong> Pragas e doen\u00e7as <\/strong> do pist\u00e1cio<\/h2>\n<p><!-- - \/ wp: header ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>Apesar de ser um tipo de planta\u00e7\u00e3o forte e resistente, <strong>\u00e9 certo\u00a0que a \u00e1rvore do pist\u00e1cio pode ser prejudicada por pragas <\/strong> e doen\u00e7as, que podem at\u00e9 acabar com a vida dos exemplares.<br \/>\n<!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><strong> Fungos como o <em> Verticillium albo-atrum<\/em>, <\/strong> presente em quase todos os solos, \u00e9 uma das pragas mais importantes de todas as que afetam os pist\u00e1cios, nas extensas planta\u00e7\u00f5es existentes em \u00e1reas como a Calif\u00f3rnia.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><strong><em>A Septoria <\/em> <\/strong> \u00e9 outro tipo de fungo, mais t\u00edpico da regi\u00e3o de Espanha, que atinge as folhas nos primeiros dias de calor, sempre ap\u00f3s tempestades ou chuvas persistentes. Pode danificar a fruta e reduzir safras futuras.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>Por \u00faltimo, <strong> \u00e9 importante destacar a presen\u00e7a de <em> Aflotoxinas <\/em> nos frutos<\/strong>. \u00c9 tamb\u00e9m consequ\u00eancia da presen\u00e7a de fungos ou do ataque de uma esp\u00e9cie de lagarta denominada <em> Lepidoptera <\/em>. Qualquer fruta afetada por esta doen\u00e7a deve ser descartada e, se tiver sido misturada com outras frutas, todas devem ser eliminadas, o que por vezes leva ao descarte de uma produ\u00e7\u00e3o completa.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: t\u00edtulo ---><\/p>\n<h2><strong> Produ\u00e7\u00e3o e lucratividade <\/strong><\/h2>\n<p><!-- - \/ wp: header ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>Ainda que tudo pare\u00e7a vantajoso quando se trata do cultivo de pist\u00e1cio, a verdade \u00e9 que \u00e9 um tipo de planta\u00e7\u00e3o que leva v\u00e1rios anos para se tornar lucrativo. Precisamente por isso, \u00e9 conveniente refletir muito bem nas possibilidades e <strong> estudar todas as vari\u00e1veis \u200b\u200bao iniciar uma planta\u00e7\u00e3o de pist\u00e1cio. <\/strong><\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>Do outro lado da balan\u00e7a est\u00e1 o facto da procura de pist\u00e1cio nacional estar a aumentar, o que o mant\u00e9m a um bom pre\u00e7o. Isto, somado ao pouco investimento realizado nos seus cuidados, torna-o numa cultura muito atrativa como substituto do olival, vinha ou figueiras.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O pist\u00e1cio \u00e9 um dos frutos secos mais populares. 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