{"id":7205,"date":"2020-04-23T00:00:00","date_gmt":"2020-04-22T22:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/cbh.es\/pt\/orugueta-del-almendro\/"},"modified":"2022-04-27T11:09:10","modified_gmt":"2022-04-27T11:09:10","slug":"orugueta-del-almendro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/balam.es\/pt\/orugueta-del-almendro\/","title":{"rendered":"Lagarta da Amendoeira"},"content":{"rendered":"<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>A <strong> <em> Aglaope Infausta<\/em><\/strong>, tamb\u00e9m conhecida como <strong> Lagarta da Amendoeira <\/strong>, \u00e9 uma larva ou lagarta da fam\u00edlia Zyngaenidae, que geralmente se alimenta de diferentes esp\u00e9cies de plantas <em> Rosaceae <\/em> e que, devido \u00e0 sua capacidade de invas\u00e3o, s\u00e3o consideradas <strong> pragas de folhagem <\/strong>.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>\u00c9 de destacar que essas lagartas vivem em climas secos e quentes, por isso costumam afetar as plantas espinhosas e que crescem neste tipo de ecossistema. Estas lagartas\u00a0alimentam-se das folhas e danificam completamente as planta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: cabe\u00e7alho {\"n\u00edvel\": 1} ---><\/p>\n<h1>Sintomas da Lagarta da Amendoeira<\/h1>\n<p><!-- - \/ wp: header ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>O primeiro <strong> sintoma <\/strong>que podemos identificar desta\u00a0<a class=\" aioseop-link \" href=\"https:\/\/cbh.es\/what-are-las-plagas-mas-comunes-de-las-plantaciones-de-almendro\/ \">praga da amendoeira <\/a>, \u00e9 a sess\u00e3o na parte inferior das folhas da <strong> amendoeira <\/strong> e outras plantas, afetadas<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>Podemos determinar que se trata desta praga, se deixarem intactas as nervuras centrais de todas as folhas.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, \u00e9 importante estar alerta quando come\u00e7a a primavera e se inicia o processo de esverdeamento das plantas.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>Geralmente fazem o casulo na casca da amendoeira durante o inverno e alimentam-se da planta.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: cabe\u00e7alho {\"n\u00edvel\": 1} ---><\/p>\n<h1>Danos causados \u200b\u200bpela Lagarta da Amendoeira<\/h1>\n<p><!-- - \/ wp: header ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>No estado lagarta, esta praga geralmente devora a parte reversa da folha e antes de se transformar numa cris\u00e1lida, come o limbo da folha.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>Embora as amendoeiras sejam as principais afetadas, existem tamb\u00e9m outras \u00e1rvores de fruto que podem ser severamente afetadas por estas lagartas.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>Depois que a \u00e1rvore ou a planta enfraquecem, com a chegada da primavera, surgem novas gera\u00e7\u00f5es de lagartas.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>Estas v\u00e3o destruindo a planta aos poucos, caso as medidas preventivas e medicinais n\u00e3o sejam aplicadas. Nas esta\u00e7\u00f5es frias, tendem a hibernar, mas n\u00e3o por muito tempo.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: cabe\u00e7alho {\"n\u00edvel\": 1} ---><\/p>\n<h1>Tratamentos contra a Lagarta da Amendoeira<\/h1>\n<p><!-- - \/ wp: header ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>Na fase inicial, quando a lagarta come\u00e7a a devorar as folhas (geralmente em Abril), deve aplicar-se Bacillusthuringiensis juntamente com outros produtos fitossanit\u00e1rios, nos pontos em que est\u00e3o os focos de larvas.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>Com a chegada de julho, \u00e9 importante manter o produto fitossanit\u00e1rio recomendado e aplicar conjuntamente \u00f3leo para acabar com a sua imunidade.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>No inverno, devem ser aplicados cobre e \u00f3leo, quando a planta est\u00e1 seriamente danificada, para tentar recuper\u00e1-la de forma eficaz.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>No entanto, caso a colheita j\u00e1 esteja perdida pelos danos causados pela praga, n\u00e3o existe nenhum corretivo a aplicar, recomenda-se a poda para permitir a sua renova\u00e7\u00e3o natural.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>Os restos da poda devem ser queimados em local afastado da planta\u00e7\u00e3o, para evitar o retorno das lagartas vivas.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Aglaope Infausta, tamb\u00e9m conhecida como Lagarta da Amendoeira , \u00e9 uma larva ou lagarta da fam\u00edlia Zyngaenidae, que geralmente se alimenta de diferentes esp\u00e9cies de plantas Rosaceae e que, devido \u00e0 sua capacidade de invas\u00e3o, s\u00e3o consideradas pragas de folhagem . \u00c9 de destacar que essas lagartas vivem em climas secos e quentes, por [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":5974,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-7205","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-blog"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/balam.es\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7205","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/balam.es\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/balam.es\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/balam.es\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/balam.es\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7205"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/balam.es\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7205\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9638,"href":"https:\/\/balam.es\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7205\/revisions\/9638"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/balam.es\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5974"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/balam.es\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7205"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/balam.es\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7205"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/balam.es\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7205"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}