{"id":7196,"date":"2020-04-02T00:00:00","date_gmt":"2020-04-01T22:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/cbh.es\/pt\/olive-tuberculose\/"},"modified":"2022-05-02T10:12:02","modified_gmt":"2022-05-02T10:12:02","slug":"a-tuberculose-da-oliveira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/balam.es\/pt\/a-tuberculose-da-oliveira\/","title":{"rendered":"A Tuberculose da Oliveira"},"content":{"rendered":"<p>A\u00a0<strong style=\"font-size: inherit;\">tuberculose da oliveira ou Ronha da Oliveira<\/strong><span style=\"font-size: inherit;\">\u00a0aumentou consideravelmente nos \u00faltimos anos. O objetivo deste artigo \u00e9 fornecer o m\u00e1ximo de informa\u00e7\u00e3o poss\u00edvel para entender a doen\u00e7a, como atua, o tratamento e os elementos que podem ajudar a prevenir eventuais perdas na colheita.<\/span><\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>\u00c9 importante saber que a doen\u00e7a atinge a \u00e1rvore e, por conseguinte, os seus galhos, caules, brotos e, em casos graves, as folhas, gerando feridas e tumores que s\u00e3o causados \u200b\u200bpor uma bact\u00e9ria fitopatog\u00eanica denominada <em> Pseudomonas savastanoi <\/em>.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>Os per\u00edodos de maior risco de infec\u00e7\u00e3o s\u00e3o entre o outono e a primavera devido \u00e0 humidade que ocorre nesta \u00e9poca, tratando-se, portanto, de condi\u00e7\u00f5es totalmente favor\u00e1veis \u200b\u200bao desenvolvimento desta bact\u00e9ria na <strong> oliveira<\/strong>. <!-- p --><br \/>\n<!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>Uma vez infectada a<strong>\u00a0oliveira<\/strong>, a propaga\u00e7\u00e3o da bact\u00e9ria que causa a tuberculose \u00e9 muito r\u00e1pida, tornando a recupera\u00e7\u00e3o muito dif\u00edcil, e podendo causar a morte de novos brotos, debilidade \u00e0 \u00e1rvore e um gosto horr\u00edvel nas azeitonas que esta produza.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: t\u00edtulo ---><\/p>\n<h2>Sintomas t\u00edpicos.<\/h2>\n<p><!-- - \/ wp: header ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>\u00c9 poss\u00edvel determinar as \u00e1rvores que est\u00e3o afetadas, ao conhecer em detalhe os efeitos desta doen\u00e7a na <strong> oliveira<\/strong>. Aqui est\u00e3o os mais comuns:<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: list ---><\/p>\n<ul>\n<li>Forma\u00e7\u00e3o de verrugas ou tumores que, num est\u00e1gio inicial, s\u00e3o esponjosos at\u00e9 atingirem um est\u00e1gio em que secam a \u00e1rvore.<\/li>\n<li>O tronco, galhos, caule e brotos, ser\u00e3o visivelmente afetados.<\/li>\n<li>A sintomatologia pode ser detectada atrav\u00e9s da observa\u00e7\u00e3o da decad\u00eancia da \u00e1rvore, bem como, pela fraqueza dos <strong> ramos da oliveira<\/strong>, desfolha e uma diminui\u00e7\u00e3o consider\u00e1vel no tamanho do fruto.<\/li>\n<\/ul>\n<p><!-- - \/ wp: list ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>A detec\u00e7\u00e3o precoce ser\u00e1 o principal elemento de preven\u00e7\u00e3o para salvar a colheita e tratar a <strong> tuberculose da oliveira <\/strong> a tempo.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - \/ wp: imagem ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<h2>Causas da doen\u00e7a<strong>. <\/strong><\/h2>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>\u00c9 preciso saber que esta bact\u00e9ria causadora do repilo, fica latente na superf\u00edcie da planta durante todo o ano. Por\u00e9m, existem duas situa\u00e7\u00f5es que far\u00e3o com que a doen\u00e7a se gere, a saber:<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: list ---><\/p>\n<ul>\n<li>Condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas de humidade favor\u00e1veis \u200bao desenvolvimento de bact\u00e9rias.<\/li>\n<li>Uma ferida, atrav\u00e9s da qual a bact\u00e9ria se infiltre na planta, que geralmente \u00e9 causada pela poda de galhos, colheita de azeitonas ou queda de folhas.<\/li>\n<\/ul>\n<p><!-- - \/ wp: list ---><\/p>\n<p><!-- - wp: t\u00edtulo ---><\/p>\n<h2>Tratamentos para oliveiras.<\/h2>\n<p><!-- - \/ wp: header ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>Acad\u00e9micos de todo o mundo, est\u00e3o a contribuir de diversas formas para melhorar as pr\u00e1ticas de diferentes <strong> tratamentos para oliveiras<\/strong>. Entendendo que, apesar da inevitabilidade das \u200b\u200bcondi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, atrav\u00e9s de medidas de preven\u00e7\u00e3o e controlo, \u00e9 poss\u00edvel melhorar.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>Contra a <strong> tuberculose <\/strong> normalmente est\u00e3o indicados os fungicidas c\u00fapricos, indicados para o controle de doen\u00e7as f\u00fangicas que, genericamente, s\u00e3o denominadas &#8220;repilos&#8221;. Da mesma forma que a desinfec\u00e7\u00e3o das ferramentas de poda, entre cada corte, ser\u00e1 fundamental.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>Nestes casos, o estudo constante \u00e9 o que tem permitido definir quais os <strong> tratamentos da azeitona <\/strong> que geram melhores resultados e quais geram resist\u00eancia, tudo com o prop\u00f3sito de evitar aplica\u00e7\u00f5es desnecess\u00e1rias que intoxicam mais a planta e causam uma resposta pior.<\/p>\n<p><!-- - \/ wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p><!-- - wp: par\u00e1grafo ---><\/p>\n<p>Como m\u00e9todo de preven\u00e7\u00e3o e controle, a realiza\u00e7\u00e3o de um diagn\u00f3stico fitopatol\u00f3gico de precis\u00e3o ser\u00e1 fundamental para determinar o n\u00edvel da doen\u00e7a e verificar quais s\u00e3o os fungicidas mais eficazes.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-gallery columns-3 is-cropped\">\n<figure><\/figure>\n<\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A\u00a0tuberculose da oliveira ou Ronha da Oliveira\u00a0aumentou consideravelmente nos \u00faltimos anos. 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